ITA – Leis de Newton Welcome to your ITA - Leis de Newton (ITA 2014) Uma pequena esfera metálica, de massa m e carga positiva q, é lançada verticalmente para cima com velocidade inicial v0 em uma região onde há um campo elétrico de módulo E, apontado para baixo, e um gravitacional de módulo g, ambos uniformes. A máxima altura que a esfera alcança é a) v2/2g b) qe/mv0 c) v0/qmE d) e) (ITA 2014) Uma chapa metálica homogênea quadrada de 100 cm² de área, situada no plano xy de um sistema de referencia, com um dos lados no eixo x, tem o vértice inferior esquerdo na origem. Dela, retirasse uma porção circular de 5,00 cm de diâmetro com o centro posicionado em x = 2,50 cm e y = 5,00 cm. Determine as coordenadas do centro de massa da chapa restante. a) (xc, yc) = (6,51, 5,00) cm b) (xc, yc) = (5,61, 5,00) cm c) (xc, yc) = (5,00, 5,61) cm d) (xc, c) = (5,00, 6,51) cm e) (xc, yc) = (5,00, 5,00) cm (ITA 2014) Um bloco cônico de massa M apoiado pela base numa superfície horizontal tem altura h e raio da base R. Havendo atrito suficiente na superfície da base de apoio, o cone pode ser tombado por uma força horizontal aplicada no vértice. O valor mínimo F dessa força pode ser obtido pela razão h/R dada pela opção a)Mg/F b) F/Mg c) (Mg + F) ⁄ (Mg) d) (Mg + F) ⁄ (F) e) (Mg + F) ⁄ (2Mg) (ITA 2014) Um tubo em forma de U de seção transversal uniforme, parcialmente cheio até uma altura h com um determinado líquido, é posto num veículo que viaja com aceleração horizontal, o que resulta numa diferença de altura z do líquido entre os braços do tubo interdistantes de um comprimento L. Sendo desprezível o diâmetro do tubo em relação á L, a aceleração do veículo é dada por a) 2zg/L b) (h − z)g ⁄ L c) (h + z)g ⁄ L d) 2gh/L e) zg/L (ITA 2014) A figura mostra um dispositivo para medir o módulo de elasticidade (módulo de Young) de um fio metálico. Ele é definido como a razão entre o força por unidade de área da seção transversal do fio necessária para esticá-lo e o resultante alongamento deste por unidade de seu comprimento. Neste particular experimento, um fio homogêneo de 1,0 m de comprimento e 0,2 mm de diâmetro, fixado numa extremidade, é disposto horizontalmente e preso pela outra ponta ao topo de uma polia de raio r. Umo utro fio preso neste mesmo ponto, envolvendo parte da polia, sustenta uma massa de 1 kg. Solidário ao eixo da polia, um ponteiro de raio R = 10r acusa uma leitura de 10 mm na escala semicircular iniciada em zero. Nestas condições, o módulo de elasticidade do fio é de a) b) c) d) e) (ITA 2014) Na figura, o eixo vertical giratório imprime uma velocidade angular ω = 10 rad/s ao sistema composto por quatro barras iguais, de comprimento L = 1 m e massa desprezível, graças a uma dupla articulação na posição fixa X. Por sua vez, as barras de baixo são articuladas na massa M de 2 kg que, através de um furo central, pode deslizar sem atrito ao longo do eixo e esticar uma mola de constante elástica k = 100 N/m, a partir da posição O da extremidade superior da mola em repouso, a dois metros abaixo de X. O sistema completa-se com duas massas iguais de m = 1 kg cada uma, articuladas `as barras. Sendo desprezíveis as dimensões das massas, então, a mola distender-se-á de uma altura z acima de O dada por a) 0,2 m b) 0,5 m c) 0,6 m d) 0,7 m e) 0,9 m (ITA 2013) No interior de uma caixa de massa M, apoiada num piso horizontal, encontra-se fixada uma mola de constante elástica k presa a um corpo de massa m, em equilíbrio na vertical. Conforme a figura, este corpo também se encontra preso a um fio tracionado, de massa desprezível, fixado `a caixa, de modo que resulte uma deformação b da mola. Considere que a mola e o fio se encontram no eixo vertical de simetria da caixa. Após o rompimento do fio, a caixa vai perder contato com o piso se a) b > (M + m )g/k b) b > (M + 2m)g/k c) b > (M —m )g/k d) b > (2M — m )g/k e) b > (M —2m)g/k (ITA 2013) Num certo experimento, três cilindros idênticos encontram-se em contato pleno entre si, apoiados sobre uma mesa e sob a ação de uma força horizontal F, constante, aplicada na altura do centro de massa do cilindro da esquerda, perpendicularmente ao seu eixo, conforme a figura. Desconsiderando qualquer tipo de atrito, para que os três cilindros permaneçam em contato entre si, a aceleração a provocada pela força deve ser tal que a) b) c) d) e) (ITA 2013) Duas partículas, de massas m e M, estão respectivamente fixadas nas extremidades de uma barra de comprimento L e massa desprezível. Tal sistema é então apoiado no interior de uma casca hemisférica de raio r, de modo a se ter equilíbrio estático com m posicionado na borda P da casca e M, num ponto Q, conforme mostra a figura. Desconsiderando forças de atrito, a razão m/M entre as massas é igual a a) (L2 − 2r2 )/(2r2 ) b) (2L2 − 3r2 )/(2r2 ) c) (L2 − 2r2 )(r2 − L2 ) d) (2L2 − 3r2 )/(r2 − L2 ) e) (3L2 − 2r2 )/(L2 − 2r2 ) (ITA 2013) Uma corda, de massa desprezível, tem fixada em cada uma de suas extremidades, F e G, uma partícula de massa m. Esse sistema encontra-se em equilíbrio apoiado numa superfície cilíndrica sem atrito, de raio r, abrangendo um ângulo de 90o e simetricamente disposto em relação ao ápice P do cilindro, conforme mostra a figura. Se a corda for levemente deslocada e começa a escorregar no sentido anti-horário, o ângulo θ ≡ FOP em que a partícula na extremidade F perde contato com a superfície é tal que a) 2 cosθ = 1 b) 2 cosθ − senθ=√2 c) 2senθ + cosθ = √2 d) 2 cosθ + senθ =√2 e) 2 cosθ + senθ =√2/2 (ITA 2013) Uma rampa maciça de 120 kg inicialmente em repouso, apoiada sobre um piso horizontal, tem sua declividade dada por tan θ = 3/4. Um corpo de 80 kg desliza nessa rampa a partir do repouso, nela percorrendo 15 m ate alcançar o piso. No final desse percurso, e desconsiderando qualquer tipo de atrito, a velocidade da rampa em relação ao piso e de aproximadamente a) 1 m/s b) 3 m/s c) 5 m/s d) 2 m/s e) 4 m/s (ITA 2012) Considere uma rampa plana, inclinada de um ângulo θ em relação à horizontal, no início da qual encontra-se um carrinho. Ele então recebe uma pancada que o faz subir até uma certa distância, durante o tempo ts descendo em seguida até sua posição inicial. A “viagem" completa dura um tempo total t. Sendo μ, o coeficiente de atrito cinético entre o carrinho e a rampa, a relação t/ts é igual a a) b) c) d) e) (ITA 2012) Um elevador sobe verticalmente com aceleração constante e igual a a. No seu teto está preso um conjunto de dois sistemas massa-mola acoplados em série, conforme a figura. O primeiro tem massa m1 e constante de mola k1, e o segundo, massa m2 e constante de mola k2. Ambas as molas têm o mesmo comprimento natural (sem deformação) ℓ. Na condição de equilíbrio estático relativo ao elevador, a deformação da mola de constante k1 é y, e a da outra, x. Pode-se então afirmar que (y − x) é a) [(k2 − k1)m2 + k2m1](g − a)/k1k2 b) [(k2 + k1)m2 + k2m1](g − a)/k1k2 c) [(k2 − k1)m2 + k2m1](g + a)/k1k2 d) [(k2 + k1)m2 + k2m1](g + a)/k1k2 − 2ℓ e) [(k2 − k1)m2 + k2m1](g + a)/k1k2 + 2ℓ (ITA 2012) No interior de um carrinho de massa M mantido em repouso, uma mola de constante elástica k encontra-se comprimida de uma distância x, tendo uma extremidade presa e a outra conectada a um bloco de massa m, conforme a figura. Sendo o sistema então abandonado e considerando que não há atrito, pode-se afirmar que o valor inicial da aceleração do bloco relativa ao carrinho é a) kx/m b) kx/M c) kx/(m + M) d) kx(M — m ) / mM e) kx(M + m) / mM (ITA 2012) Um corpo movimenta-se numa superfície horizontal sem atrito, a partir do repouso, devido à ação contínua de um dispositivo que lhe fornece uma potência mecânica constante. Sendo v sua velocidade após certo tempo t, pode-se afirmar que a) a aceleração do corpo é constante b) a distância percorrida é proporcional a v2 c) o quadrado da velocidade é proporcional a t d) a força que atua sobre o corpo é proporcional a √t e) a taxa de variação temporal da energia cinética não é constante (ITA 2012) Acredita-se que a colisão de um grande asteroide com a Terra tenha causado a extinção dos dinossauros. Para se ter uma idéa de um impacto dessa ordem, considere um asteróide esférico de ferro, com 2 km de diâmetro, que se encontra em repouso quase no infinito, estando sujeito somente `a ação da gravidade terrestre. Desprezando as forças de atrito atmosférico, assinale a opção que expressa a energia liberada no impacto, medida em número aproximado de bombas de hidrogênio de 10 megatons de TNT. a) 1 b) 10 c) 500 d) 50 000 e) 1 000 000 (ITA 2011) Uma pessoa de 80,0 kg deixa-se cair verticalmente de uma ponte amarrada a uma corda elástica de "bungee jumping" com 16,0 m de comprimento. Considere que a corda se esticará até 20,0 m de comprimento sob a ação do peso. Suponha que, em todo o trajeto, a pessoa toque continuamente uma vuvuzela, cuja frequência natural é de 235 Hz. Qual(is) é(são) a(s) distância(s) abaixo da ponte em que a pessoa se encontra para que um som de 225 Hz seja percebido por alguém parado sobre a ponte? a) 11,4 m b) 11,4 m e 14,4 m c) 11,4 m e 18,4 m d) 14,4 m e 18,4 m e) 11,4 m, 14,4 m e 18,4 m (ITA 2011) Sobre uma mesa sem atrito, uma bola de massa M é presa por duas molas alinhadas, de constante de mola k e comprimento natural `0, fixadas nas extremidades da mesa. Então, a bola é deslocada a uma distância x na direção perpendicular à linha inicial das molas, como mostra a figura, sendo solta a seguir. Obtenha a aceleração da bola, usando a aproximação (1 + a) α = 1 + αa. a) a = −kx/M b) a = −kx2/2Ml0 c) a = −kx2/Ml0 d) a = −kx3/2Ml02 e) a = −kx3/Ml02 (ITA 2011) Um corpo de massa M, inicialmente em repouso, é erguido por uma corda de massa desprezível até uma altura H, onde fica novamente em repouso. Considere que a maior tração que a corda pode suportar tenha módulo igual a nMg, em que n > 1. Qual deve ser o menor tempo possível para ser feito o erguimento desse corpo? a) b) c) d) e) (ITA 2011) Um exercício sobre a dinâmica da partícula tem seu início assim enunciado : Uma partícula está se movendo com uma aceleração cujo módulo é dado por µ (r + a3/r2 ) , sendo r a distância entre a origem e a partícula. Considere que a partícula foi lançada a partir de uma distância a com uma velocidade inicial 2 μa. Existe algum erro conceitual nesse enunciado ? Por que razão? a) Não, porque a expressão para a velocidade é consistente com a da aceleração; b) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria 2a²√μ c) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria 2a²√μ/r d) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria 2√a²μ/r e) Sim, porque a expressão correta para a velocidade seria 2a √μ (ITA 2014) módulo de Young de um material mede sua resistência a deformações causadas por esforços externos. Numa parede vertical, encontra-se engastado um sólido maciço de massa específica p e módulo de Young 𝓔 , em formato de paralelepípedo reto, cujas dimensões são indicadas na figura. Com base nas correlações entre grandezas físicas, assinale a alternativa que melhor expressa a deflexão vertical sofrida pela extremidade livre do sólido pela ação do seu próprio peso. a) 3pgab/(2𝓔) b) 3pgb² /(2𝓔) c) 3𝓔b²h²/(2pga⁴) d) 3pga⁴/(2𝓔h²} e) 3pgbh/(2𝓔} (ITA 2014) Um capacitor de placas planas paralelas de área A, separadas entre si por uma distância inicial r₀ muito menor que as dimensões dessa área, tem sua placa inferior fixada numa base isolante e a superior suspensa por uma mola (figura (1)). Dispondo-se uma massa m sobre a placa superior, resultam pequenas oscilações de período T do conjunto placa superior + massa m. Variando-se m, obtém-se um gráfico de T² versus m, do qual, após ajuste linear, se extrai o coeficiente angular a. A seguir, após remover a massa m da placa superior e colocando entre as placas um meio dielétrico sem resistência ao movimento, aplica-se entre elas uma diferença de potencial V e monitora-se a separação r de equilíbrio (figuras (2) e (3)). Nestas condições, a permissividade 𝓔 do meio entre as placas é a) b) c) d) e) (ITA 2014) Um disco rígido de massa M e centro O pode oscilar sem atrito num plano vertical em torno de uma articulação P. O disco é atingido por um projétil de massa m ≪ M que se move horizontalmente com velocidade v no plano do disco. Após a colisão, o projétil se incrusta no disco e o conjunto gira em torno de P até o ângulo θ. Nestas condições, afirmam-se: I. A quantidade de movimento do conjunto projétil+disco se mantém a mesma imediatamente antes e imediatamente depois da colisão. II. A energia cinética do conjunto projétil+disco se mantém a mesma imediatamente antes e imediatamente depois da colisão. III. A energia mecânica do conjunto projétil+disco imediatamente após a colisão é igual `a da posição de ângulo θ/2. E (são) verdadeira(s) apenas a(s) assertiva(s) a) I b) I e II c) I e III d) II e III e) III (ITA 2014) Uma amostra I de átomos de 57Fe, cujos núcleos excitados emitem fótons devido a uma transição nuclear, está situada a uma altura I verticalmente acima de uma amostra II de 57Fe que recebe a radiação emitida pela amostra I. Ao chegar a II, os fótons da amostra I sofrem um aumento de frequência devido à redução de sua energia potencial gravitacional, sendo, portanto, incapazes de excitar os núcleos de 57Fe dessa amostra. No entanto, essa incapacidade pode ser anulada se a amostra I se afastar verticalmente da amostra II com uma velocidade v adequada. Considerando v ≪ c e que a energia potencial gravitacional do fóton de energia Ɛ pode ser obtida mediante sua “massa efetiva” Ɛ/c2, assinale a opção que explicita v. Se necessário, utilize (1 + x)n ≅ 1 + nx para x ≪ 1. a) b) gd/c c) d) 2gd/c e) (ITA 2016) Considere um corpo esférico de raio r totalmente envolvido por um fluido de viscosidade η com velocidade média v. De acordo com a lei de Stokes, para baixas velocidades, esse corpo sofrerá a ação de uma força de arrasto viscoso dada por F = −6πrηv. A dimensão de η é dada por a) m.s−1 b) m.s−2 c) kg.m.s−2 d) kg.m.s−3 e) kg.m−1 s −1 (ITA 2016) Um caminhão baú de 2,00 m de largura e centro de gravidade a 3,00 m do chão percorre um trecho de estrada em curva com 76,8 m de raio. Para manter a estabilidade do veículo neste trecho, sem derrapar, sua velocidade não deve exceder a a) 5,06 m/s b) 11,3 m/s c) 16,0 m/s d) 19,6 m/s e) 22,3 m/s (ITA 2016) A figura mostra uma placa fina de peso P dobrada em ângulo reto e disposta sobre uma esfera fixa de raio a. O coeficiente de atrito mínimo entre estes objetos para que a placa não escorregue é a) 1 b) 1/2 c) √ 2 − 1 d) √ 3 − 1 e) ( √ 5 − 1)/2 (ITA 2017) Um bastão rígido e uniforme, de comprimento L, toca os pinos P e Q fixados numa parede vertical, interdistantes de a, conforme a figura. O coeficiente de atrito entre cada pino e o bastão é µ, e o ângulo deste com a horizontal é α. Assinale a condição em que se torna possível o equilíbrio estático do bastão. a) L ≥ a(1 + tan α/µ) b) L ≥ a(−1 + tan α/µ) c) L ≥ a(1 + tan α/2µ) d) L ≥ a(−1 + tan α/2µ) e) L ≥ a(1 + tan α/µ)/2 (ITA 2017) Na figura, o vagão move-se a partir do repouso sob a ação de uma aceleração a constante. Em decorrência, desliza para trás o pequeno bloco apoiado em seu piso de coeficiente de atrito µ. No instante em que o bloco percorrer a distância L, a velocidade do bloco, em relação a um referencial externo, será igual a a) b) c) d) e) (ITA 2017) Considere um automóvel com tração dianteira movendo-se aceleradamente para a frente. As rodas dianteiras e traseiras sofrem forças de atrito respectivamente para: a) frente e frente b) frente e trás c) trás e frente d) trás e trás e) frente e não sofrem atrito (ITA 2017) Um sistema é constituído por uma sequência vertical de N molas ideais interligadas, de mesmo comprimento natural ℓ e constante elástica k, cada qual acoplada a uma partícula de massa m. Sendo o sistema suspenso a partir da mola 1 e estando em equilíbrio estático, pode-se afirmar que o comprimento da a) mola 1 é igual a ℓ + (N − 1)mg/k b) mola 2 é igual a ℓ + Nmg/k c) mola 3 é igual a ℓ + (N − 2)mg/k d) mola N − 1 é igual a ℓ + mg/k e) mola N é igual a ℓ (ITA 2018) Uma haste vertical de comprimento L, sem peso, é presa a uma articulação T e dispõe em sua extremidade de uma pequena massa m que, conforme a figura, toca levemente a quina de um bloco de massa M. Após uma pequena perturbação, o sistema movimenta-se para a direita. A massa M. perde o contato com M no momento em que a haste perfaz um ângulo de 𝝅/6 rad com a horizontal. Desconsiderando atritos, assinale a velocidade final do bloco. a) b) c) d) e) (ITA 2018) Três molas idênticas, de massas desprezíveis e comprimentos naturais ℓ, são dispostas verticalmente entre o solo e o teto a 3ℓ de altura. Conforme a figura, entre tais molas são fixadas duas massas pontuais iguais. Na situação inicial de equilíbrio, retira-se a mola inferior (ligada ao solo) resultando no deslocamento da massa superior de uma distância d1 para baixo, e da inferior, de uma distância d2 também para baixo, alcançando-se nova posição de equilíbrio. Assinale a razão d2/d1. a) 2 b) 3/2 c) 5/3 d) 4/3 e) 5/4 (ITA 2020) Um bloco de massa m sustentado por um par de molas idênticas, paralelas e de constante elástica K, desce verticalmente com velocidade constante e de módulo ሀ controlada por um motor, conforme ilustra a figura. Se o motor travar repentinamente, ocorrerá uma força de tração máxima no cabo com módulo igual a a) b) c) d) e) (ITA 2021) Um trem parte do repouso sobre uma linha horizontal e deve alcançar a velocidade de 72 km/h. Até atingir essa velocidade, o movimento do trem tem aceleração constante de 0,50 m/s², sendo que resistências passivas absorvem 5,0% da energia fornecida pela locomotiva. O esforço médio, em N, fornecido pela locomotiva para transportar uma carga de 1,0 ton é a) 2,5 ×10² b) 4,8 ×10² c) 5,0 ×10² d) 5,3 ×10² e) 1,0 ×10³ (ITA 2021) Uma bola de gude de raio r e uma bola de basquete de raio R são lançadas contra uma parede com velocidade horizontal v e com seus centros a uma altura h. A bola de gude e a bola de basquete estão na iminência de contato entre si, assim como ambas contra a parede. Desprezando a duração de todas as colisões e quaisquer perdas de energia, calcule o deslocamento horizontal ∆S da bolinha de gude ao atingir o solo. a) b) c) d) e) (ITA 2021) Três esferas metálicas maciças E1, E2 e E3, feitas de um mesmo material e de raios R1, R2 e R3, respectivamente, podem trocar cargas elétricas entre si a partir do acionamento de contatos elétricos. Inicialmente apenas E1 encontra-se eletricamente carregada. Em um primeiro momento estabelece-se contato elétrico entre E1 e E2, que é cortado quando o sistema atinge o equilíbrio elétrico. A seguir, estabelece-se contato entre E2 e E3. Ao final do processo, observa-se que a carga elétrica líquida das três esferas é igual. Desprezando a capacitância mútua entre as esferas, assinale a proporção entre as massas de E1, E2, e E3, respectivamente. a) 1:1:1 b) 1:2:2 c) 2:1:1 d) 8:1:1 e) 1:8:8 Time's up